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Município de Torres Vedras fez balanço da situação de catástrofe verificada nas últimas semanas

Município de Torres Vedras fez balanço da situação de catástrofe verificada nas últimas semanas

Em conferência de imprensa, esta manhã, o presidente do município de Torres Vedras, Sérgio Galvão, ladeado pela Proteção Civil torriense, fez um balanço relativo aos danos causados pelas intempéries que assolaram o país, de uma forma geral, e o concelho muito em particular.
Torres Vedras foi uma das regiões mais afetadas pelas repetidas depressões que ocorreram em final de janeiro início de fevereiro, com um valor estimado, ao momento, já em mais de trinta milhões de euros de prejuízos, onde se enquadram danos às populações, com 13 pessoas desalojadas, à empresas, com diversas situações críticas registadas, mais de 175 estradas e caminhos com roturas e colapsos, 48 roturas em condutas de água, algumas a necessitar de revisão total do seu traçado, deslizamentos e aluimentos de terras, onde a encosta do Castelo é um dos casos mais preocupantes, com o próprio a estar em risco, cheias que entraram por habitações onde causaram estragos incalculáveis, zonas balneares atingidas e tantos outros casos lamentáveis, por todo o concelho de Torres Vedras.


Segundo Sérgio Galvão, a generalidade dos serviços públicos já foram repostos, excepção para as estradas e caminhos, que ainda levarão algum tempo a repor em condições mínimas, algumas podendo mesmo levar até meses a ficar aceitáveis para a circulação e ligação entre diversos locais do concelho. Os resíduos são outro dos problemas difíceis de solucionar no imediato em diversos casos, devido a esse mesmo estado em que ficaram as vias de comunicação.
Até ao momento, a plataforma de apoio do município já recebeu mais de uma centena de pedidos de particulares, mas outros poderão existir que, ou ainda não foram inseridos foram através da plataforma nacional.
Com a relativa melhoria do estado do tempo, nos últimos dias, Sérgio Galvão afirmou que a situação no concelho está, de certa forma, estabilizada, pelo que a partir da passada quarta-feira foi desativado o Plano Municipal de Emergência, embora tenha referido que “há muito trabalho pela frente que não estará feito em apenas um ou dois meses”.

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