O conhecido cocktail Mojito é atribuído a Francis Drake, um almirante britânico que ficou na história por ser o primeiro homem branco a aportar em inúmeras ilhas do Pacífico Sul. Segundo o escritor norte-americano Ernest Hemingway, o almirante Drake era um apaixonado pelos aromas da hortelã e teria sido o primeiro a misturar a planta com boas doses de rum cubano. Hemingway afirmou ainda que esta mistura foi criada em alto mar.
Fez ontem 126 anos que nasceu o arquitecto alemão Ludwig Mies Van der Rohe que ficou conhecido pelo racionalismo, pela utilização da geometria vincada e pela sofisticação com que utilizou os elementos geométricos na óptica do racionalismo do próprio espaço. Poderemos considerar que Ludwig Rohe um claro adepto do cubismo. Aliás, a característica da arquitectura de Rohe está evidente em uma das suas obras mais conhecida, o pavilhão alemão na Feira Mundial de 1929 que se realizou em Barcelona, e se encontra documentada junto desta publicação.
Os políticos europeus encontram-se distantes de uma sintonia comum, muito desejável na actualidade: importa decisões para medidas enérgicas no sentido de inverter a crise de um sistema financeiro que não se controla e constrange, cada vez mais, o crescimento económico de muitos países, principalmente os da União Europeia que se encontram dentro da Zona Euro, ou seja os dezassete alinhados na moeda única, o euro.
Naturalmente que uns se encontram em situação mais delicada que outros e precisam de medidas mais drásticas. França e Alemanha reinam neste cenário das hesitações. As decisões da Comunidade Europeia levam demasiado tempo a serem praticadas: existe uma burocracia evidente, mas também ela fomentada pelos próprios decisores que são líderes frágeis e que determinam o que não querem que seja prática. Uma mistura quase explosiva que conduz à humilhação dos mais pobres, de quem aceitou receber subsídios para não produzir, há mais de 20 anos, de quem nunca foi aconselhado de princípios de boa gestão das finanças públicas, porventura de quem foi estimulado a gastar, de quem nunca foi fiscalizado no tempo das 'vacas gordas'.
A criatividade não tem limites.
Imaginem um esforço quase épico para levar com um jacto de tinta.
Tudo num processo que demora quase 4 minutos.
O fantástico mundo da publicidade une, muitas vezes, a tecnologia à criatividade.
Pode fazê-lo sem ferir qualquer susceptibilidade, sem entrar no mundo das comparações, sem gerar conflitualidades, receios e dúvidas.
Ela pode ser admirável, fascinante.
Há filmes publicitários capazes de chocar meio mundo.
Na Austrália, a Comissão para os Acidentes em transportes Rodoviários criou um filme com cerca de 5 minutos de arrepiar, tão-só com o objectivo de reduzir a taxa de sinistralidade motivada pelo excesso de consumo de álcool e drogas várias nos períodos de férias e de festejos tradicionais como o Natal e a passagem de ano.