O Estado Social está em mutação não só em Portugal mas na maioria dos países europeus. No século XIX e na sequência da revolução industrial, lançou-se a perspectiva dos Estados intervirem na defesa dos mais desfavorecidos e particularmente na regulação do mundo do trabalho, então sem regras nenhumas.
Estamos decididamente a formar gerações de pessoas complicadas que não percebem um não, muito mais capazes de reagir do que agir, perigosamente indulgentes, instruídas mas quase nada cultas e mesmo algumas estupidamente especializadas.