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Escrito por Dra Julieta Fatal
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Segunda, 21 Dezembro 2009 00:00 |
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Era uma vez que era Natal sem que chamem a atenção de meninos e gente grande.
Num Natal especial mesmo: em gente que levante ondas, sem Catarina Furtado a vender "caridade" com aquele bonito sorriso que nada tem que ver com os sentimentos que se lhe amarraram à missão a cumprir e lhe pagam a peso de ouro. Muito menos sem aquela sedutora Bárbara que estranha é que não é, e virou senhora embaixadora. E sem aquele gralha "pisca olhos" com uma maneira saloia de publicitar ao calhamaço de chorrilhos, maço de 600 páginas (ena que brutos!) e tantos outros escribas da literatura! Vou para o campo de batalha, sem armas, sem alma, como sou, levando comigo a certeza de que pugnar por um Natal purificado torne os espaços mais agulados, e não seja preciso morrer ingloriamente. À procura de godot... Que a Paz se conquista a pulso, sem palavras, palavras gastas, que já não ecoam nos nossos corações!
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Actualizado em Sexta, 18 Dezembro 2009 19:57 |